Como contar histórias

As histórias na educação infantil são fundamentais na formação educacional da criança, em especial no início da escolaridade. Para o desenvolvimento de tal atividade deve ocorrer todo um planejamento, pois se trata de um momento mágico que a criança irá vivenciar e absorver algo que venha a identificar com ela naquele instante.

Por ser considerada uma atividade tão importante na educação infantil, sugerimos aos professores que lidam com crianças dessa fase algumas orientações que poderão beneficiar e conseqüentemente propiciar o desenvolvimento contínuo da criança no desenvolvimento da linguagem.

1. Contar histórias diariamente;

2. As histórias podem ser repetidas, dependendo do interesse dos alunos;

3. Alguns critérios devem ser seguidos como: livros com poucos textos, linguagens simples, maior número de ilustrações, sendo essas grandes e sugestivas e que satisfaçam o desejo dos alunos.

4. Baseando em informações passadas por pais em relação ao aluno, buscar histórias que venham ajudar a resolver um problema em questão. Por exemplo: Se uma criança recusa a comer verduras em casa, selecione um tema voltado para a importância dos alimentos, de forma que a criança se identifique e o professor ajude a família, visto que a escola também tem essa função.

5. Ao planejar o momento de contar histórias, determinados aspectos são fundamentais e devem ser analisados:

Local: as histórias não devem ser contadas apenas dentro da sala de aula, pelo contrário, ambientes diferenciados tornam o momento mais agradável (pátio, quadra, jardim, sentado em degraus, quiosques, entre outros).
Posição: Os alunos devem estar em uma posição confortável e a professora deve ficar em uma posição que permita a todos os alunos a visualização do livro e sua dramatização.
Apresentação da história: é fundamental que a professora conheça o texto da história, pois o ideal é que conte a história com suas próprias palavras, utilizando uma linguagem simples e um tom moderado, de forma que todos os alunos possam escutar de forma agradável.
Horário: não deve existir um horário estipulado para o momento da história, deve acontecer de acordo com a necessidade e até mesmo de forma surpreendente para o aluno. Conforme uma situação ocorrida no ambiente, o professor poderá utilizar certa história que encaixe naquele instante, de forma que venha contribuir na resolução e amadurecimento da criança.
Motivação: cabe ao professor deixar como suspense a história a ser contada, de forma que venha despertar a curiosidade em seus alunos bem como a motivação do momento.

Ressalta-se que muitas vezes, apesar do professor ter feito todo um preparo para esse momento, acontece das crianças ficarem dispersas. Sendo assim, sugere-se que o professor busque a participação das crianças fazendo "questionamentos" de forma que elas possam interagir com a história que está sendo contada.

Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia

Como contar histórias

As histórias na educação infantil são fundamentais na formação educacional da criança, em especial no início da escolaridade. Para o desenvolvimento de tal atividade deve ocorrer todo um planejamento, pois se trata de um momento mágico que a criança irá vivenciar e absorver algo que venha a identificar com ela naquele instante.

Por ser considerada uma atividade tão importante na educação infantil, sugerimos aos professores que lidam com crianças dessa fase algumas orientações que poderão beneficiar e conseqüentemente propiciar o desenvolvimento contínuo da criança no desenvolvimento da linguagem.

1. Contar histórias diariamente;

2. As histórias podem ser repetidas, dependendo do interesse dos alunos;

3. Alguns critérios devem ser seguidos como: livros com poucos textos, linguagens simples, maior número de ilustrações, sendo essas grandes e sugestivas e que satisfaçam o desejo dos alunos.

4. Baseando em informações passadas por pais em relação ao aluno, buscar histórias que venham ajudar a resolver um problema em questão. Por exemplo: Se uma criança recusa a comer verduras em casa, selecione um tema voltado para a importância dos alimentos, de forma que a criança se identifique e o professor ajude a família, visto que a escola também tem essa função.

5. Ao planejar o momento de contar histórias, determinados aspectos são fundamentais e devem ser analisados:

Local: as histórias não devem ser contadas apenas dentro da sala de aula, pelo contrário, ambientes diferenciados tornam o momento mais agradável (pátio, quadra, jardim, sentado em degraus, quiosques, entre outros).
Posição: Os alunos devem estar em uma posição confortável e a professora deve ficar em uma posição que permita a todos os alunos a visualização do livro e sua dramatização.
Apresentação da história: é fundamental que a professora conheça o texto da história, pois o ideal é que conte a história com suas próprias palavras, utilizando uma linguagem simples e um tom moderado, de forma que todos os alunos possam escutar de forma agradável.
Horário: não deve existir um horário estipulado para o momento da história, deve acontecer de acordo com a necessidade e até mesmo de forma surpreendente para o aluno. Conforme uma situação ocorrida no ambiente, o professor poderá utilizar certa história que encaixe naquele instante, de forma que venha contribuir na resolução e amadurecimento da criança.
Motivação: cabe ao professor deixar como suspense a história a ser contada, de forma que venha despertar a curiosidade em seus alunos bem como a motivação do momento.

Ressalta-se que muitas vezes, apesar do professor ter feito todo um preparo para esse momento, acontece das crianças ficarem dispersas. Sendo assim, sugere-se que o professor busque a participação das crianças fazendo "questionamentos" de forma que elas possam interagir com a história que está sendo contada.

Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia

Projeto Adaptação Escolar - Educação Infantil

PROJETO ADAPTAÇÃO ESCOLAR - EDUCAÇÃO INFANTIL

Objetivo:
• Promover uma boa adaptação.

Conteúdo:
• Familiarização com o novo ambiente;
• Percepção de si e dos demais que dividem o mesmo espaço;
• Separação da família com tranqüilidade por uma parte do dia.

Tempo:
• Aproximadamente dois meses, com atividades diárias.

Material:
• Fotos da criança com a família, com animais de estimação, objetos de apego (brinquedos, “paninhos”, peças de roupas, etc.), contact, color-set, máquina fotográfica, caixa de papelão.

Organização do ambiente:
• As crianças deverão ser reunidas diariamente para a apresentação dos novos objetos. As fotos serão apresentadas às crianças, a princípio, individualmente. Após a familiarização de todos com suas próprias fotos, a intenção será a de socializar o acervo.

Desenvolvimento:
• 1ª Etapa:Pedir fotos em que a criança apareça com familiares e animais de estimação. Solicitar também os objetos de apego de cada um. Tudo deverá ser devidamente identificado como o nome da criança e ficará na creche para permitir que os pequenos usem o material sempre que sentirem necessidade;
• 2ª Etapa:Aproveitar os momentos de permanência dos pais na creche para colher informações sobre a rotina caseira. Exemplo: dicas de acalanto, banho, etc;
• 3ª Etapa:Confeccionar uma caixa que ficará conhecida por conter pertences trazidos de casa. Sempre que surgir um objeto novo, as crianças serão reunidas para que este seja apresentado. As crianças serão estimuladas a manipular/explorar o novo objeto, introduzindo a idéia de que os pertences podem ser emprestados. Com o tempo, as fotos também poderão ser socializadas de maneira a descrever os integrantes de cada família e estimular que cada criança reconheça a sua. Observar as reações e registrá-las por meio de fotos; 18 jan (2 dias atrás) Cíntia Borher -
continuação
• 4ª Etapa:Fixar as fotos trazidas pelas famílias no chão do espaço em que as crianças permanecem a maior parte do tempo. As fotos deverão ser protegidas com contact que preserva as imagens e facilita a limpeza do local. Dessa forma, ao engatinhar, as crianças terão acesso ao “mural de fotos” com imagens de todo o grupo e poderão matar as saudades de seus familiares. Essa atividade ainda contribuirá para o desenvolvimento da noção de identidade (ao reconhecer-se nas fotos) e também da idéia de coletividade (ao reconhecer, da mesma forma, seus colegas).
Avaliação:
• Observação constante do comportamento dos pais e das crianças no momento da despedida e principalmente no decorrer do dia. Durante a observação das fotos, atentar-se a manifestações de saudades como choro ou sorrisos. Anotar as reações no decorrer do período de adaptação, atentando-se às evoluções.

Os desafios do coordenador pedagógico

“Mais do que resolver problemas de emergência e explicar as dificuldades de relacionamento ou aprendizagem dos alunos, seu papel é ajudar na formação dos professores.”

http://dicasedicas.net/wp-content/uploads/2011/03/crian.jpg
Muito se tem falado sobre o papel do coordenador pedagógico. Afinal, por que ele é necessário? Quem dera coordenar fosse simples como diz o dicionário: dispor segundo certa ordem e método; organizar; arranjar; ligar.
O coordenador pedagógico, muito antes de ganhar esse status, já povoava o imaginário da escola sob as mais estranhas caricaturas. Às vezes, atuava como fiscal, alguém que checava o que ocorria em sala de aula e normatizava o que podia ou não ser feito. Pouco sabia de ensino e não conhecia os reais problemas da sala de aula e da instituição. Obviamente, não era bem aceito na sala dos professores como alguém confiável para compartilhar experiências.
Outra imagem recorrente desse velho coordenador é a de atendente. Sem um campo específico de atuação, responde às emergências, apaga focos de incêndios e apazigua os ânimos de professores, alunos e pais. Engolido pelo cotidiano, não consegue construir uma experiência no campo pedagógico. Em ocasiões esporádicas, ele explica as causas da agressividade de uma criança ou as dificuldades de aprendizagem de uma turma. Hoje o coordenador organiza eventos, orienta os pais sobre a aprendizagem dos filhos e informa a comunidade sobre os feitos da escola.
Mas isso é muito pouco. Na verdade, ele se faz cada vez mais necessário porque professores e alunos não se bastam. Além das histórias individuais que todos escrevemos, é preciso construir histórias institucionais. É duro constatar a fragilidade de tantas escolas que montam um currículo e uma prática efetiva durante anos e perdem tudo com a transferência ou a aposentadoria de professores. Construir história nos torna humanos, e é de estranhar que, justamente na escola, tantas vezes tudo recomece do zero. O coordenador eficiente centraliza as conquistas do grupo de professores e assegura que as boas idéias tenham continuidade.
Além do que se passa dentro das quatro paredes da sala de aula, há muito mais a aprender no convívio do coletivo - no parque, no refeitório, na rua, na comunidade. A dinâmica nesses espaços deve ser ritmada pelo coordenador. É preciso lembrar ainda que só quem não está em classe, imerso naquela realidade, é capaz de estranhar. E isso é ótimo! É do estranhamento que surgem bons problemas, o que é muito mais importante do que quando as respostas aparecem prontas.
Só assim é possível que o coordenador efetivamente forme professores (e esse é o seu papel primordial). Ampliando a significação do dicionário, eu diria que no dia-a-dia de uma instituição educativa é preciso:
- dispor segundo certa ordem e método as ações que colaboram para o fortalecimento das relações entre a cultura e a escola;
- organizar o produto da reflexão dos professores, do planejamento, dos planos de ensino e da avaliação da prática;
- arranjar as rotinas pedagógicas de acordo com os desejos e as necessidades de todos; e ligar e interligar pessoas, ampliando os ambientes de aprendizagem.
Esse é o sentido de ser um bom coordenador, não de uma instituição, mas de processos de aprendizagem e de desenvolvimento tão complexos como os que temos nas escolas. Que os que desejam se responsabilizar por essa importante função vejam aqui um convite para criar um estilo de coordenar.

COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA


Revisar e refletir sobre as práticas pedagógicas leva o educador e, conseqüentemente a escola, à assumirem um papel diferenciado frente ao educando.
Descobrir um espaço nos processos de ensinar e aprender que visualize a importância do vínculo e, conseqüentemente do aspecto afetivo, faz do educador um ser transformador.
Esse diferencial é a garantia de um crescimento mútuo do educador e do educando.
O educador, enquanto profissional atento ao seu contexto, é um construtor da história, portanto, sua ação não poderá em momento algum ser entendida e praticada como um fazer neutro. Na verdade, o educador atento possibilita um processo ensino-aprendizagem em que educador e educando tornam-se aprendentes e ensinantes.
A função da Coordenação pedagógica é coordenar o planejamento pedagógico para qualificar a ação do coletivo da escola, vinculando e articulando o trabalho à Proposta Pedagógica da instituição. Possibilita também, a construção e o estabelecimento de relações entre todos os grupos que desempenham o fazer pedagógico, refletindo e construindo ações coletivas.
Conte-me e eu esquecerei; ensina-me e eu me lembrarei; envolva-me e eu aprenderei.
                                                                             Benjamim Franklin

O SENHOR ESTAVA COM JOSÉ/O SENHOR ESTAVA COM MOISÉS/O SENHOR LIBERTA O SEU POVO

CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL BETEL BRASILEIRO
NOME: ______________________________________________ DATA: _____/_____/_______
EDUCAÇÃO CRISTÃ
LIÇÃO:       O SENHOR ESTAVA COM JOSÉ
TEXTO: GÊNESIS 37-46
VERSÍCULO PARA MEMORIZAR
“Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.” Romanos 8.28
Vocês se lembram de Jacó? Ele voltou para a terra de Canaã com toda sua família e com um novo nome, Israel. Daí o povo de Deus ser chamado de Israel.
Jacó teve doze filhos. Dentre eles José, que era muito obediente ao seu pai. Seus irmãos tinham ciúmes dele. Um dia, quando cuidavam das ovelhas no campo, resolveram vendê0lo para alguns mercadores do Egito. Assim fizeram e depois, mentiram ao pai, dizendo que uma fera do campo havia devorado José.
José fio parar no Egito, mas o Senhor estava com ele. Sofreu muito, foi preso, mas um dia Faraó descobriu que ele era muito inteligente e honesto. Então, o colocou como vice-governador do Egito. Havia naquela época, uma grande fome na terra. Só no Egito havia comida, porque José, avisado por Deus, guardou alimentos.
Um dia, seus irmãos vão ao Egito buscar comida. E para surpresa deles, encontraram José, que os perdoou.
José manda buscar seu pai Jacó em Canaã para morar no Egito, por causa da fome. Assim, Jacó e toda a sua família vão para o Egito e são salvos da morte, através de José. Deus transformou o mal que os irmãos fizeram a José em bem.



CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL BETEL BRASILEIRO
NOME: ______________________________________________ DATA: _____/_____/_______
EDUCAÇÃO CRISTÃ
LIÇÃO:       O SENHOR ESTAVA COM MOISÉS
TEXTO: ÊXODO 1-4
VERSÍCULO PARA MEMORIZAR
“O Senhor está comigo, não temerei. O que me podem fazer os homens?” Salmo 118.6
Jacó, José e todo o povo de Israel viveram no Egito por muitos anos. Aquela família cresceu e se tornou um grande povo no Egito. Depois de muitos anos, quando Jacó, José e Faraó já haviam morrido, governou o país outro Faraó, que não conhecia José, por isso, tornou os filhos de Israel  escravos do Egito.
Faraó ordenou numa certa ocasião, que os meninos que nascessem do povo de Deus, deveriam ser mortos. Nasceu Moisés, mas milagrosamente foi salvo pela princesa, filha do Faraó.
Moisés foi morar no palácio do rei, tendo a princesa como mãe adotiva. Mas um dia teve problemas e fugiu para o deserto. No deserto, Deus chamou Moisés para libertar seu povo da escravidão do Egito.
Moisés a princípio, teve medo, mas o Senhor falou que estaria com ele em todos os momentos. Sendo assim, Moisés obedeceu a Deus e foi falar com Faraó para tirar o povo do Egito. O povo de Deus deveria voltar para Canaã, a terra que Deus dera a seus pais: Abraão, Isaque e Jacó.



CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL BETEL BRASILEIRO
NOME: ______________________________________________ DATA: _____/_____/_______
EDUCAÇÃO CRISTÃ
LIÇÃO:       O SENHOR LIBERTA O SEU POVO
TEXTO: ÊXODO 5-12
VERSÍCULO PARA MEMORIZAR
“declara o Senhor:Agindo eu, quem o pode desfazer?” Isaías 43.12,13
Moisés falou a Faraó que Deus o mandara tirar o povo do Egito. Então, ele respondeu: “Não conheço o Senhor e não deixarei o povo sair.”
Por causa disto, Faraó mandou que o povo trabalhasse mais. Eles estavam sofrendo muito. Moisés orou ao Senhor e Ele prometeu mudar o coração de Faraó. Para isto, o Senhor mandou dez terríveis pragas à terra do Egito. Mas ele só cedeu com a última praga.
Antes, porém, da saída do povo de Deus, Ele ordenou a Moisés que todas as famílias deveriam matar um cordeiro, assá-lo, come-lo com pães,e passar o sangue do cordeiro nas portas de suas casas, comemorando o livramento que o Senhor lhes daria.
Então, na última noite que passaram no Egito, fizeram o que Deus lhes havia ordenado. Chamaram aquela comemoração de páscoa, que significa passagem, pois passariam da escravidão para a liberdade. Esta foi a primeira páscoa. No outro dia, após a noite de páscoa, saíram do Egito.
O Senhor cumpriu o que prometera a Moisés.

A BÍBLIA UM LIVRO ESPECIAL/ A BÍBLIA PARA OS MEUS AMIGOS




LINGUAGEM VOGAL I

Olá queridos e queridas. 📚Hora de estudar vogal i Faça um levantamento de várias palavras que começam com a vogal i. ⭐ Em seguida, a...